Uma paz tranquila recende
No horizonte, calmaria
Aí minh'alma varia
Oh ovo
De tênues fragilidades
e tão fina casca,
por que te quebras tão gentil?
Por que és branco, amarelo, vermelho, anil?
Oh ovo
Fruto de safas leviandades
e tão leve massa,
por que te pões a rolar?
Por que é ovo, ova, oval?
Oh ovo
Atende meus apelos
Mostre-me teus pelos
A paz tranquila se vai
No horizonte, tenebrosidades
Aí minh'alma se acalma
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
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