Âncoras vazias
em potes de cera
Trafegam solenes
Nos vasos da lua
Pêndulos sombrios
em caixas serenas
Movem tristonhos
As ruas do tempo
Chaves desertas
e morros distantes
Partem silentes
Nas trilhas da alma
Pilhas marinhas
em dunas de seda
Acendem no espanto
Os caminhos do vento
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
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