A Cida e
A Aninha
Se vão escorrendo aos muitos,
E se dando aos poucos.
Promessas de papel silente.
A Cida e
A Aninha
Pela porta dos fundos,
Fogem longe os franceses!
Travessas em mãos vazias.
A Cida e
A Aninha
Se perdem na fila dos direitos,
E ao dever se prendem escorreitos.
Dádivas de sentido inerte.
A Cida e
A Aninha
Buscaram do seu jeito aprender,
Pois o jeito é transcender –
Sistemas de partes sozinhas.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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