Na vida são muitas
Esquinas vertidas
Andares sem volta
Nas voltas da vida
Primeiras esquinas
Olhares do novo
Nem sempre o bom
Às vezes renovo
Esquinas erradas
Em ruas vazias
Bueiros abertos
A tristes sangrias
Luminares esquinas
Ao céu caminhantes
Nas trilhas da luz
Limiares errantes
Esquinas sombrias
Têm cheiro de morte
Sorvendo marotas
O fausto da sorte
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário