No sonho as marcas sangrentas do despertar
Opaco viço
Do real os doloridos tentáculos
Lacrimejantes avançam em nódoas porosas
Estipêndios arrancados de nobres vilanias
Mormaço pico
Dos raios que brilham
Ardentes incêndios alastram
Na alva torpores do mundo
Confuso mito
Do viver a constante incerteza
Rasga no fundo suave beleza
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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